Embora seja amplamente comemorado no mundo a inserção das mulheres no mercado de trabalho que dia a dia conseguem destacar-se e colocar-se em grau de igualdade com o homem nesse designio, porém precisamos refletir melhor a respeito dessa comemoração.
Mulheres guerreiras, com uma jornada desgastante de trabalho. São responsáveis pelo trabalho, a organização da casa, cuidados dos filhos e muitas sustentam seus lares sózinhas. Outrora tinham a responsabilidade do lar, hoje, com as exigencias sociais e aceitas pelas mulheres, acrescenta-se a jornado do lar o trabalho e uma dívida escondida com os filhos.
Divida que não se quer ver ou pode-se ver, pois muitas das vezes o trabalho feminimo em muitos lares é questão importantíssima de sobrevivencia humana ou do próprio eu, que considero de igual importância a sobrevivência, pois é uma extensão de realização da sua alma.
Uma dívida, pois nos rouba os momentos valiosos da presença com nossos filhos, que deixamos com eles tudo o que somos e acreditamos e principalmete, o nosso cuidado e zelo que materializam a eles o nosso amor, e é exatamente dessa maneira que eles sabem e sentem que os amamos.
Mulheres guerreiras, que acumulam inúmeras tarefas e papéis para provarem a si e aos outros que podem muito mais que os homens e fazem tudo o que eles fazem e muito mais.
Porém nessa busca da igualdade, jogam fora de suas vidas, aquilo que lhes seria próprio, uma especificidade única que as distingue de tudo e todos: o PARTO, a capacidade de dar à Luz.
Nessas dimensões socias, apoiadas fortemente no modo produtivo econômico, ou seja, ao social expõem-se de corpo e alma a Cesárea e com ela o nascimento da principal dívida, postergar o vínculo de amor.
O amor que é tão essencial ao ser como o ar que ele respira para o nascimento, pois o parto normal, através de hormônios, como a Ocitocina do próprio corpo, no momento de parto, e as condições que ele se realiza imprime na mãe e no filho amor extremo um pelo outro. Uma importante razão que interfere na relação de mãe e filho, e na capacidade de desenvolver no filho o amor a si prórpio e por conseguinte aos outros.
Mulheres tão guerreiras, que no momento delas, de mostrarem ainda mais sua força e determinação, negam-se facilmente a sua natureza exíminea de força, garra e os maios nobres sentimentos para dar a vida.
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